
Casado e pai de dois filhos, encontro na família a base para uma trajetória marcada por mudanças, desafios e construção coletiva.
Candidatura ao Conselho Administrativo◆Sociedade Brasileira de Cardiologia
Dr. Anderson da Costa Armstrong — cardiologista, professor, pesquisador e gestor, atuando entre Recife e Petrolina, com experiência em assistência, formação, ciência, inovação e gestão.
Candidato pela Região Norte-Nordeste à Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Conselho Administrativo · SBC
Região Norte-Nordeste
CRM/PE 14.877 · RQE 175 / 2583

Manifesto
Apresento minha candidatura como representante da Região Norte-Nordeste, mas com a compreensão de que integrar o Conselho Administrativo significa trabalhar por toda a Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Minha trajetória foi construída entre diferentes realidades: capital e interior, assistência e universidade, pesquisa e gestão, serviço público e iniciativas de inovação.
Quero levar ao Conselho a experiência de quem conhece, na prática, os desafios da formação, da assistência e da produção científica fora dos grandes centros, colocando essa perspectiva a serviço de decisões nacionais, construídas com diálogo, responsabilidade e respeito à diversidade da cardiologia brasileira.
“Minha experiência foi construída no Norte e no Nordeste. Minha disposição para servir é nacional.”
Trajetória
◆Vivi parte da minha formação escolar em Manaus, formei-me em Medicina no Recife e, em 2008, mudei-me para Petrolina.
No Vale do São Francisco, construí uma parte essencial da minha trajetória profissional, acadêmica e pessoal, participando da formação de especialistas, do desenvolvimento da pesquisa e da criação de serviços de assistência e imagem cardiovascular.
Entre 2011 e 2013, atuei como Research Fellow na Johns Hopkins, nos Estados Unidos.
Após retornar ao Brasil, participei da implantação de novos projetos de assistência, formação e pesquisa no Sertão.
Atualmente, atuo profissionalmente entre Recife e Petrolina. Permaneço profundamente ligado ao Sertão e, ao mesmo tempo, retorno à capital com toda a experiência acumulada ao longo desses anos.
Do Recife ao Sertão. Do Sertão de volta ao Recife. Hoje, entre os dois, conectando experiências e construindo novos caminhos.
Recife e Petrolina. Capital e interior.

Formação · Interiorização
◆Em 2013, logo após retornar da Johns Hopkins, liderei o processo de criação da primeira Residência Médica em Cardiologia do interior de Pernambuco, autorizada naquele ano e iniciada em 2014.
Pioneira no Norte-Nordeste, a Residência de Cardiologia da UNIVASF já formou dezenas de especialistas no Sertão.
Implantar uma residência de Cardiologia fora dos grandes centros significou enfrentar desafios relacionados à estrutura assistencial, aos campos de prática, à formação de preceptores e à fixação de especialistas.
Essa experiência me permitiu conhecer, na prática, as dificuldades da formação cardiológica no interior e, especialmente, no Norte e no Nordeste.
Não apenas defendo a interiorização da formação. Ajudei a construí-la.
2013
Autorização e estruturação da Residência Médica em Cardiologia da UNIVASF.
2014
Início das atividades do programa.
2014 — atualidade
Formação de dezenas de especialistas no Sertão.
Residência de Cardiologia da UNIVASF — Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco, Petrolina, Pernambuco.



Números da trajetória
119
artigos científicos publicados
18
dissertações de mestrado e teses de doutorado concluídas sob orientação ou coorientação
Dezenas
de especialistas formados no Sertão
2 anos
como Research Fellow na Johns Hopkins
2 vezes
finalista de prêmios Young Investigator da American Heart Association
1
patente internacional em tecnologia aplicada à avaliação cardíaca
Prática clínica
◆
Minha trajetória clínica foi construída na emergência, em unidades coronarianas, terapia intensiva, recuperação de cirurgia cardíaca, ambulatórios, métodos gráficos e imagem cardiovascular.
Essa experiência assistencial permanece como base da minha atuação acadêmica, científica e institucional.
Acredito que decisões sobre formação, ciência, inovação e defesa profissional precisam manter o paciente e a prática clínica no centro.
Ciência
◆Minha produção científica nasceu da prática clínica e se ampliou por meio de redes nacionais e internacionais de pesquisa.
Participei de estudos como CARDIA, MESA, CORE 320, DCCT/EDIC e ECHO-SOL, além de projetos brasileiros voltados à hipertensão, imagem cardiovascular, insuficiência cardíaca, cardiomiopatias, prevenção e saúde de populações vulnerabilizadas.
Participa ativamente da vida científica da SBC e de seus departamentos, com contribuições para diretrizes, posicionamentos, congressos e atividades educacionais.
Eixo 01
Cardiologia clínica e relatos de casos
Experiência com relatos e discussões de casos complexos, fortalecendo a relação com a Cardiologia Clínica.
Eixo 02
Insuficiência cardíaca, cardiomiopatias e doenças raras
Estudos e produção relacionados à insuficiência cardíaca, doença de Chagas, amiloidose, fibrose, miocardiopatias e doenças raras.
Eixo 03
Hipertensão arterial e prevenção cardiovascular
Coautoria na Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial de 2025 e publicações relacionadas à hipertensão, monitorização residencial da pressão arterial, fenótipos hipertensivos e prevenção.
Eixo 04
Ecocardiografia e imagem cardiovascular multimodal
Ecocardiografia, tomografia, ressonância magnética e medicina nuclear.
Eixo 05
Epidemiologia e estudos populacionais
Participação em estudos nacionais e internacionais de coorte e investigação populacional.
Eixo 06
Saúde indígena e Projeto PAI
Pesquisa, formação e impacto social.
Destaques



Projeto PAI
◆O projeto começou como Projeto de Aterosclerose em Indígenas, investigando fatores de risco, aterosclerose e saúde cardiovascular em comunidades indígenas do Nordeste.
Com o crescimento da iniciativa, evoluiu para o Projeto de Atenção Integral à Saúde Indígena, incorporando saúde cardiovascular, saúde renal, doenças infecciosas, saúde mental, saúde ambiental, tecnologia, formação de pesquisadores e ações de assistência.
O PAI representa uma forma de produzir ciência com participação comunitária, relevância social, interdisciplinaridade e formação de novas gerações de pesquisadores.
Formação de pesquisadores
◆Além da residência médica, participo da formação de pesquisadores desde a iniciação científica até a pós-graduação.
Já orientei ou coorientei 18 dissertações de mestrado e teses de doutorado concluídas, além de uma supervisão de pós-doutorado, trabalhos de residência médica e projetos de iniciação científica.
A formação de pessoas é uma das formas mais duradouras de ampliar o impacto da universidade, da ciência e da cardiologia.
Residência e formação de especialistas
Programa de residência médica em cardiologia e preceptoria clínica.
Mestrado, doutorado e pós-doutorado
Orientação e coorientação em programas de pós-graduação, com uma supervisão de pós-doutorado.
Iniciação científica e integração entre áreas
Formação de novos pesquisadores desde a graduação, conectando cardiologia, saúde coletiva e outras áreas.

Gestão e associativismo
◆
Da representação local no interior à presidência estadual: uma trajetória associativa construída com gestão, diálogo e resultados.
Formação complementar
MBA em Gestão em Saúde
Capacitação que une visão executiva, governança clínica e gestão de instituições de saúde ao trabalho associativo e à cardiologia.
Experiência em gestão hospitalar e universitária
Coordenação de programas de residência médica
Representação local da SBC-PE em Petrolina
Atuação na interiorização da sociedade
Atuação como diretor de pesquisa
Vice-presidência da SBC-PE
Presidência da SBC-PE em 2024–2025
Integrante da Diretoria da SBC-PE
Participação atual no Comitê de Governança e Gestão da SBC
Participação atual na Comissão de Podcasts da SBC
Resultados
◆Governança
Modernização do estatuto, fortalecimento dos conselhos e maior alinhamento institucional com a SBC nacional.
Interiorização
Atividades educacionais e eventos realizados em Recife, Caruaru, Garanhuns, Petrolina, Serra Talhada e Araripina, aproximando a sociedade dos cardiologistas de diferentes regiões.
Educação científica
Realização e fortalecimento de eventos como CardioPE, Cardiovale, Cardio Sertão, Cardio Agreste e o Simpósio de Cardio-Oncologia.
Defesa profissional
Atuação técnica e institucional em defesa da participação qualificada do cardiologista nas unidades coronarianas, com foco na segurança do paciente e na qualidade assistencial.
Covid-19
◆Durante a pandemia de Covid-19, participei da construção de respostas científicas e institucionais no Vale do São Francisco, incluindo a implantação de estrutura de diagnóstico molecular, produção científica, investigação de variantes e ações de enfrentamento regional.
Essa atuação recebeu reconhecimentos pela contribuição científica, assistencial e gerencial durante um dos períodos mais difíceis da saúde brasileira.
Projetos, serviços e inovação
◆Acredito que a inovação precisa produzir resultados concretos para médicos, pacientes, instituições e comunidades.
Ao longo da trajetória, participei da construção de projetos que integram assistência, tecnologia, gestão, educação e desenvolvimento regional.
P&D em IA e propriedade intelectual
Patente internacional registrada nos Estados Unidos em tecnologia aplicada à avaliação cardíaca, além de projetos de pesquisa e desenvolvimento em inteligência artificial para apoio à decisão clínica, imagem cardiovascular e saúde.
EcoPylot
Tecnologia e inteligência artificial aplicadas à estruturação de laudos, apoio ao raciocínio clínico e organização de dados em imagem cardiovascular.
Cardiovasf
Assistência cardiovascular integrada no Vale do São Francisco, conectando prevenção, diagnóstico e acompanhamento especializado.
Cintilo
Interiorização da medicina nuclear e da imagem cardiovascular no Vale do São Francisco.
Cintilo | DiA
Nova etapa profissional em Recife, ampliando a atuação em diagnóstico cardiovascular e conectando capital e interior.

Reconhecimentos
◆


A pessoa por trás da trajetória
◆
Casado e pai de dois filhos, encontro na família a base para uma trajetória marcada por mudanças, desafios e construção coletiva.

A música também faz parte da minha vida. Sou vocalista da Dr. Gori, banda formada com colegas médicos. No palco, encontro outro espaço de amizade, criatividade e trabalho em equipe.
Com a Dr. Gori: medicina, amizade e rock.
Propostas
◆Minha candidatura nasce da Região Norte-Nordeste, mas minha responsabilidade, caso eleito, será com toda a Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Quero contribuir para uma SBC cada vez mais nacional, participativa, sustentável e próxima dos cardiologistas, levando ao Conselho a experiência de quem conhece realidades distintas da assistência, da formação, da ciência, da inovação e da gestão.
Fortalecer a participação e a integração dentro da SBC
Contribuir para uma relação cada vez mais próxima entre o Conselho Administrativo, a Diretoria, os departamentos, as sociedades estaduais e os associados, fortalecendo a escuta, a transparência e a participação nas decisões institucionais.
Apoiar a formação e a educação cardiológica
Defender uma formação de qualidade, apoiar os programas de residência, valorizar os preceptores e aproximar a SBC das instituições formadoras e dos jovens cardiologistas. Essa agenda deve alcançar todo o Brasil, com atenção especial às regiões onde ainda existem vazios de formação, dificuldades de acesso a especialistas e maior distância dos centros de referência.
Valorizar a ciência produzida em todas as regiões
Apoiar redes de pesquisa, estudos multicêntricos, mentoria de jovens pesquisadores e iniciativas que ampliem a capacidade científica de centros de diferentes portes e regiões.
Defender o cardiologista e a qualidade da assistência
Participar de uma defesa profissional firme, técnica e responsável, baseada na qualificação do cardiologista, na segurança do paciente, em condições adequadas de trabalho e no diálogo institucional.
Promover inovação, sustentabilidade e proximidade com o associado
Contribuir para que a SBC utilize, de forma responsável, novas tecnologias, inteligência artificial, comunicação digital e dados em benefício da educação, da ciência, da gestão e da relação com seus associados.
Princípio transversal
Diversidade regional e redução das desigualdades
Em todas essas áreas, defenderei que as decisões da SBC considerem a diversidade territorial do Brasil. As necessidades das capitais, das cidades do interior, da Amazônia, do Semiárido e das regiões com menor disponibilidade de especialistas precisam estar presentes no planejamento nacional da Sociedade.
Eleito por uma região, comprometido com toda a cardiologia brasileira.
Contato
◆Propostas, ideias e diferentes perspectivas podem contribuir para uma Sociedade Brasileira de Cardiologia cada vez mais representativa e próxima de seus associados.