
Casado e pai de dois filhos, encontro na família a base para uma trajetória marcada por mudanças, desafios e construção coletiva.
Candidatura ao Conselho Administrativo◆Sociedade Brasileira de Cardiologia
Dr. Anderson da Costa Armstrong — cardiologista, professor, pesquisador e gestor, atuando entre Recife e Petrolina, com experiência em assistência, formação, ciência, inovação e gestão.
Candidato pela Região Norte-Nordeste à Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Entenda como funciona a escolha
Conselho Administrativo · SBC
Região Norte-Nordeste
CRM/PE 14.877 · RQE 175 / 2583

Manifesto
Apresento minha candidatura como representante da Região Norte-Nordeste, mas com a compreensão de que integrar o Conselho Administrativo significa trabalhar por toda a Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Minha trajetória foi construída entre diferentes realidades: capital e interior, assistência e universidade, pesquisa e gestão, serviço público e iniciativas de inovação.
Quero levar ao Conselho a experiência de quem conhece, na prática, os desafios da formação, da assistência e da produção científica fora dos grandes centros, colocando essa perspectiva a serviço de decisões nacionais, construídas com diálogo, responsabilidade e respeito à diversidade da cardiologia brasileira.
“Minha experiência foi construída no Norte e no Nordeste. Minha disposição para servir é nacional.”
Governança da SBC
◆Desde 2022, a SBC é conduzida por um Conselho Administrativo colegiado: dez membros, dois de cada região, escolhidos pela Assembleia Geral de Associados-Delegados (AGAD). Assim, as decisões da cardiologia brasileira são tomadas com equilíbrio entre as regiões e com a participação dos associados.
Associados e estados
Cardiologistas e sociedades estaduais são a base da representação.
AGAD
Presidentes estaduais e delegados eleitos formam a Assembleia Geral.
Conselho Administrativo
Dez membros, dois de cada região, conduzem a gestão da SBC.
Trajetória
◆Vivi parte da minha formação escolar em Manaus, formei-me em Medicina no Recife e, em 2008, mudei-me para Petrolina.
No Vale do São Francisco, construí uma parte essencial da minha trajetória profissional, acadêmica e pessoal, participando da formação de especialistas, do desenvolvimento da pesquisa e da criação de serviços de assistência e imagem cardiovascular.
Entre 2011 e 2013, atuei como Research Fellow na Johns Hopkins, nos Estados Unidos.
Após retornar ao Brasil, participei da implantação de novos projetos de assistência, formação e pesquisa no Sertão.
Atualmente, atuo profissionalmente entre Recife e Petrolina. Permaneço profundamente ligado ao Sertão e, ao mesmo tempo, retorno à capital com toda a experiência acumulada ao longo desses anos.
Do Recife ao Sertão. Do Sertão de volta ao Recife. Hoje, entre os dois, conectando experiências e construindo novos caminhos.
Recife e Petrolina. Capital e interior.

Formação acadêmica
◆Uma formação construída entre Pernambuco, Bahia e Estados Unidos — articulando clínica, imagem cardiovascular, pesquisa e gestão em saúde.
Medicina
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Cardiologia e Ecocardiografia
Universidade de Pernambuco (UPE)
Ciências da Saúde
Universidade de Pernambuco (UPE)
Medicina e Saúde Humana
Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP)
Imagem Cardiovascular
Johns Hopkins University (Baltimore, EUA)
Gestão de Negócios em Saúde
Faculdade Unimed
Formação · Interiorização
◆Em 2013, logo após retornar da Johns Hopkins, liderei o processo de criação da primeira Residência Médica em Cardiologia do interior de Pernambuco, autorizada naquele ano e iniciada em 2014.
Pioneira no Norte-Nordeste, a Residência de Cardiologia da UNIVASF já formou dezenas de especialistas no Sertão.
Implantar uma residência de Cardiologia fora dos grandes centros significou enfrentar desafios relacionados à estrutura assistencial, aos campos de prática, à formação de preceptores e à fixação de especialistas.
Essa experiência me permitiu conhecer, na prática, as dificuldades da formação cardiológica no interior e, especialmente, no Norte e no Nordeste.
Não apenas defendo a interiorização da formação. Ajudei a construí-la.
2013
Autorização e estruturação da Residência Médica em Cardiologia da UNIVASF.
2014
Início das atividades do programa.
2014 — atualidade
Formação de dezenas de especialistas no Sertão.
Residência de Cardiologia da UNIVASF — Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco, Petrolina, Pernambuco.





Números da trajetória
119
artigos científicos publicados
18
dissertações de mestrado e teses de doutorado concluídas sob orientação ou coorientação
Dezenas
de especialistas formados no Sertão
2 anos
como Research Fellow na Johns Hopkins
2 vezes
finalista de prêmios Young Investigator da American Heart Association
1
patente internacional em tecnologia aplicada à avaliação cardíaca
Prática clínica
◆
Minha trajetória clínica foi construída na emergência, em unidades coronarianas, terapia intensiva, recuperação de cirurgia cardíaca, ambulatórios, métodos gráficos e imagem cardiovascular.
Essa experiência assistencial permanece como base da minha atuação acadêmica, científica e institucional.
Acredito que decisões sobre formação, ciência, inovação e defesa profissional precisam manter o paciente e a prática clínica no centro.
Ciência
◆Minha produção científica nasceu da prática clínica e se ampliou por meio de redes nacionais e internacionais de pesquisa.
Participei de estudos como CARDIA, MESA, CORE 320, DCCT/EDIC e ECHO-SOL, além de projetos brasileiros voltados à hipertensão, imagem cardiovascular, insuficiência cardíaca, cardiomiopatias, prevenção e saúde de populações vulnerabilizadas.
Participa ativamente da vida científica da SBC e de seus departamentos, com contribuições para diretrizes, posicionamentos, congressos e atividades educacionais.
Eixo 01
Cardiologia clínica e relatos de casos
Experiência com relatos e discussões de casos complexos, fortalecendo a relação com a Cardiologia Clínica.
Eixo 02
Insuficiência cardíaca, cardiomiopatias e doenças raras
Estudos e produção relacionados à insuficiência cardíaca, doença de Chagas, amiloidose, fibrose, miocardiopatias e doenças raras.
Eixo 03
Hipertensão arterial e prevenção cardiovascular
Coautoria na Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial de 2025 e publicações relacionadas à hipertensão, monitorização residencial da pressão arterial, fenótipos hipertensivos e prevenção.
Eixo 04
Ecocardiografia e imagem cardiovascular multimodal
Ecocardiografia, tomografia, ressonância magnética e medicina nuclear.
Eixo 05
Epidemiologia e estudos populacionais
Participação em estudos nacionais e internacionais de coorte e investigação populacional.
Eixo 06
Saúde indígena e Projeto PAI
Pesquisa, formação e impacto social.
Destaques



Projeto PAI
◆O projeto começou como Projeto de Aterosclerose em Indígenas, investigando fatores de risco, aterosclerose e saúde cardiovascular em comunidades indígenas do Nordeste.
Com o crescimento da iniciativa, evoluiu para o Projeto de Atenção Integral à Saúde Indígena, incorporando saúde cardiovascular, saúde renal, doenças infecciosas, saúde mental, saúde ambiental, tecnologia, formação de pesquisadores e ações de assistência.
O PAI representa uma forma de produzir ciência com participação comunitária, relevância social, interdisciplinaridade e formação de novas gerações de pesquisadores.
Formação de pesquisadores
◆Além da residência médica, participo da formação de pesquisadores desde a iniciação científica até a pós-graduação.
Já orientei ou coorientei 18 dissertações de mestrado e teses de doutorado concluídas, além de uma supervisão de pós-doutorado, trabalhos de residência médica e projetos de iniciação científica.
A formação de pessoas é uma das formas mais duradouras de ampliar o impacto da universidade, da ciência e da cardiologia.
Residência e formação de especialistas
Programa de residência médica em cardiologia e preceptoria clínica.
Mestrado, doutorado e pós-doutorado
Orientação e coorientação em programas de pós-graduação, com uma supervisão de pós-doutorado.
Iniciação científica e integração entre áreas
Formação de novos pesquisadores desde a graduação, conectando cardiologia, saúde coletiva e outras áreas.

Gestão e associativismo
◆
Da representação local no interior à presidência estadual: uma trajetória associativa construída com gestão, diálogo e resultados.
Formação complementar
MBA em Gestão em Saúde
Capacitação que une visão executiva, governança clínica e gestão de instituições de saúde ao trabalho associativo e à cardiologia.
Experiência em gestão hospitalar e universitária
Coordenação de programas de residência médica
Representação local da SBC-PE em Petrolina
Atuação na interiorização da sociedade
Atuação como diretor de pesquisa
Vice-presidência da SBC-PE
Presidência da SBC-PE em 2024–2025
Integrante da Diretoria da SBC-PE
Participação atual no Comitê de Governança e Gestão da SBC
Participação atual na Comissão de Podcasts da SBC
2025 — Protagonismo na defesa técnica e institucional da atuação do cardiologista nas unidades de terapia intensiva cardiológica
Resultados
◆Governança
Modernização do estatuto, fortalecimento dos conselhos e maior alinhamento institucional com a SBC nacional.
Interiorização
Atividades educacionais e eventos realizados em Recife, Caruaru, Garanhuns, Petrolina, Serra Talhada e Araripina, aproximando a sociedade dos cardiologistas de diferentes regiões.
Educação científica
Realização e fortalecimento de eventos como CardioPE, Cardiovale, Cardio Sertão, Cardio Agreste e o Simpósio de Cardio-Oncologia.
Defesa profissional
Atuação técnica e institucional em defesa da participação qualificada do cardiologista nas unidades coronarianas, com foco na segurança do paciente e na qualidade assistencial.
Conheça esta atuação
Gravado no consultório · 15 jan 2025
Defesa profissional
Uma manifestação espontânea que se transformou em mobilização institucional.
Em 15 de janeiro de 2025, durante um atendimento no consultório, tomei conhecimento de uma proposta que poderia restringir a atuação do cardiologista na coordenação das unidades de terapia intensiva cardiológica — as tradicionais unidades coronarianas.
Não havia equipe de filmagem, câmera profissional, microfone ou roteiro. Gravei ali mesmo, com o celular, porque entendi que aquela discussão exigia um posicionamento imediato.
O vídeo alcançou mais de 13 mil visualizações e quase 300 compartilhamentos, dando visibilidade a uma preocupação que mobilizava cardiologistas de diferentes regiões do país.
“Não houve roteiro, câmera profissional ou microfone. Houve a convicção de que era preciso falar.”
Naquele momento, eu presidia a SBC-PE. A manifestação não permaneceu apenas nas redes sociais. A Regional Pernambuco assumiu papel de protagonismo e participou da construção de uma defesa técnica, científica e institucional da atuação qualificada do cardiologista nas unidades coronarianas.
Foram promovidos diálogos, reuniões e um fórum específico, em articulação com a Sociedade Brasileira de Cardiologia e outras entidades, sempre com foco na formação adequada, na qualidade assistencial e na segurança dos pacientes.
Defender o cardiologista exige coragem para falar, preparo para argumentar e disposição para construir soluções institucionais.
Publicado em 15 de janeiro de 2025.
Covid-19
◆Durante a pandemia de Covid-19, participei da construção de respostas científicas e institucionais no Vale do São Francisco, incluindo a implantação de estrutura de diagnóstico molecular, produção científica, investigação de variantes e ações de enfrentamento regional.
Essa atuação recebeu reconhecimentos pela contribuição científica, assistencial e gerencial durante um dos períodos mais difíceis da saúde brasileira.
Projetos, serviços e inovação
◆Acredito que a inovação precisa produzir resultados concretos para médicos, pacientes, instituições e comunidades.
Ao longo da trajetória, participei da construção de projetos que integram assistência, tecnologia, gestão, educação e desenvolvimento regional.
P&D em IA e propriedade intelectual
Patente internacional registrada nos Estados Unidos em tecnologia aplicada à avaliação cardíaca, além de projetos de pesquisa e desenvolvimento em inteligência artificial para apoio à decisão clínica, imagem cardiovascular e saúde.
EcoPylot
Tecnologia e inteligência artificial aplicadas à estruturação de laudos, apoio ao raciocínio clínico e organização de dados em imagem cardiovascular.
Cardiovasf
Assistência cardiovascular integrada no Vale do São Francisco, conectando prevenção, diagnóstico e acompanhamento especializado.
Cintilo
Interiorização da medicina nuclear e da imagem cardiovascular no Vale do São Francisco.
Cintilo | DiA
Nova etapa profissional em Recife, ampliando a atuação em diagnóstico cardiovascular e conectando capital e interior.

Reconhecimentos
◆


A pessoa por trás da trajetória
◆
Casado e pai de dois filhos, encontro na família a base para uma trajetória marcada por mudanças, desafios e construção coletiva.

A música também faz parte da minha vida. Sou vocalista da Dr. Gori, banda formada com colegas médicos. No palco, encontro outro espaço de amizade, criatividade e trabalho em equipe.
Com a Dr. Gori: medicina, amizade e rock.
Propostas
◆Minha candidatura nasce da Região Norte-Nordeste, mas minha responsabilidade, caso eleito, será com toda a Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Quero contribuir para uma SBC cada vez mais nacional, participativa, sustentável e próxima dos cardiologistas, levando ao Conselho a experiência de quem conhece realidades distintas da assistência, da formação, da ciência, da inovação e da gestão.
Fortalecer a participação e a integração dentro da SBC
Contribuir para uma relação cada vez mais próxima entre o Conselho Administrativo, a Diretoria, os departamentos, as sociedades estaduais e os associados, fortalecendo a escuta, a transparência e a participação nas decisões institucionais.
Apoiar a formação e a educação cardiológica
Defender uma formação de qualidade, apoiar os programas de residência, valorizar os preceptores e aproximar a SBC das instituições formadoras e dos jovens cardiologistas. Essa agenda deve alcançar todo o Brasil, com atenção especial às regiões onde ainda existem vazios de formação, dificuldades de acesso a especialistas e maior distância dos centros de referência.
Valorizar a ciência produzida em todas as regiões
Apoiar redes de pesquisa, estudos multicêntricos, mentoria de jovens pesquisadores e iniciativas que ampliem a capacidade científica de centros de diferentes portes e regiões.
Defender o cardiologista e a qualidade da assistência
Participar de uma defesa profissional firme, técnica e responsável, baseada na qualificação do cardiologista, na segurança do paciente, em condições adequadas de trabalho e no diálogo institucional. Essa defesa deve ser realizada com independência, firmeza, fundamentação científica e capacidade de diálogo, transformando demandas profissionais em ações institucionais concretas.
Veja um exemplo dessa atuaçãoPromover inovação, sustentabilidade e proximidade com o associado
Contribuir para que a SBC utilize, de forma responsável, novas tecnologias, inteligência artificial, comunicação digital e dados em benefício da educação, da ciência, da gestão e da relação com seus associados.
Princípio transversal
Diversidade regional e redução das desigualdades
Em todas essas áreas, defenderei que as decisões da SBC considerem a diversidade territorial do Brasil. As necessidades das capitais, das cidades do interior, da Amazônia, do Semiárido e das regiões com menor disponibilidade de especialistas precisam estar presentes no planejamento nacional da Sociedade.
Eleito por uma região, comprometido com toda a cardiologia brasileira.
Conheça seus representantes. Compartilhe as propostas. Faça sua voz chegar à AGAD.
Conheça os delegadosContato
◆Propostas, ideias e diferentes perspectivas podem contribuir para uma Sociedade Brasileira de Cardiologia cada vez mais representativa e próxima de seus associados.